
Olá pessoas, Vennus Demillus chegando do Olimpo atropelando o...vcs sabem quem...ele...O gorducho...Vermelho...Quem acompanha este humilde espaço sabe do meu certo mau jeito com esta época do ano denominada Natal. Não diria que é odiar a data, e só um certo desconforto com os dlendléndlén infernais, os gorduchos noéis para todos os lados com aquela barba horrivel a peidar peru nas esquinas enquanto as lojas nos atormentam a vida com o maldito comércio (contrabando)...Pra quem não sabe, NUNCA fui induzida à acreditar no papai noel, coelho da páscoa. Meu pai no primeiro natal em que fui considerada adulta por ele (4 anos), ele sentenciou: "não me vestirei com aquela roupa ridicula porque sou magro, jovem e bonito demais"(Ele é leonino). Pois bem, nem preciso dizer quando pisei na escola e não acreditava nisso, foi uma choradeira infernal das outras crianças que acreditavam porque tinham piolhos a sugar seus cérebros enquanto me apontavam como herege pra professora assustada (com meu desacreditar, em vez daquela piolhada toda). Meu pai fazia questão de dizer: "fui EU que comprei, estragar, ano que vem dou nada". Aos gritos na ceia de natal cheio de parente que tu nunca viu mais gordo, em meio aqueles "amigos" secretos mais falsos que uma nota de $30 (de $20 agora existe). E assim segui a minha vida "curtindo" muito o natal. E minha mãe sabe disso. Mas não é que ela me pega pra Cristo em ir junto comprar buginganga paraguaia, (ou será chinesa?) natalina pra montar árvore , enfeitar de luzinha, "butá" algodão, anjinho, estrela e seja lá que raio for...Por que não põe dinamite(?)...HELLO...Sou eu mãe, tua filha, lembra? A que cresceu sabendo que papai noel não existe. Nem neve no dezembrão tropical brasileiro. Precisam ver a minha cara nos departamentos de produtos dessa "estirpe", vendo a quantidade absurda de Noéis a cantar em várias linguas o famoso dléndléndlén natalício, em meio a chuva de algodões e piscas piscas gigantescos sendo mostrados afoitos pelas moças das vendas com aquele chapéuzinho...Sim, o do senhor vermelho...Vontade de chorar, gritar, quebrar tudo, sumir do mapa pra um lugar onde o natal não exista... E pra fechar, na saída encontrei um "papai noel" num corredor da loja e o FDP me soltou com a barba suja de mostarda: "essa eu ponho no saco"...Quê? Cuma? Donde veio o tiro? Só me faltava essa pra acabar com o meu humor, ser cantada pelo capitalista gorducho devorador de Peru...
Um favor Senhor
De presente
Desembrulha-me do dia de natal!!!
5 Falaram com destemor:
papai noel no corredor HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAH!
morri de rir!!!
bjo bjo e boa semana!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Gostei de te conhecer, tu relata as coisas com um senso de humor fantastico!
Mas guria... eu tbm ODEIO essa epoca, sou o tipico GRINCH! =D
Bjos e obrigado pela visita a minha Cela.
kkkkkkkkkkkkkkkkk.....ri muito do post...eu até que gosto do Natal!
Fico como diz minha mãe azeda nesta epoca de natal e pretendo fazer com meus filhos o que o seu pai fez com vc pra que acreditar naquele velho mentiroso vermelho que nunca traz o que a gente pediu kkkk eu tbm nao lembro de ter acreditado nele algum dia.
ser cantada pelo capitalista gorducho devorador de Peru... Tem coisas que só acontecem com a Vennus...
Bjos flor vou te mandar um papai noel q canta em sei la que lingua e mostra a bunda kkkk
Essa minha sócia anda necessitada de tratamento tramático de Sindrome de Estocolmo Natalina. A coisa foi séria e drástica pelo jeito.
Eu acreditei pouco em Papai Noel, mas foi natural e se tivesse filhos faria sim toda a viagem do Natal simbólico do Papai Noel, além de divertido, é uma brincadeira muito legal quando os pais cuurtem e o fazem na medida certa.
Acho Natal um momento em que a gente reune família, gente amiga e isso é importante, rituais onde se procure união, se reverencie uma crença no nascimento de Jesus, um homem, que sendo ou não enviado de Deus como seu filho, foi alguém que tentou nos ensinar valores fundamentais para a paz no mundo.
Vejo que a gente faz o Natal que quer, quem se leva na fanfarra é alguém que não prioriza o mais fundamental da festa. Presente de Natal não é compensação pra criança passar de ano, é lembrança do outro, é o rito da festa a troca, como é a de comermos juntos, a mesa posta com a ceia, que não é um porrilhão de comidas, mas sim o ter o que comer e partilha com os parentes e amigos.
Eu às vezes passo Natal sozinha e muito feliz, faço minha ceia, minhas rabanadas, vinho, coloco minha mesa, arrumo minha árvore e dia 24 minha casa cheira a Natal. e agradeço pelo pão, pelo vinho, pela vida e por poder estar mantendo isso não como reverência, mas como um evento a me fazer reconectar com o que representa Jesus.
Beijokas
Sà
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